1.18.2007

ESCLARECIMENTO







Na sequencia da convulsão interna e externa do Sport Clube Beira Mar e para a qual nada contribuímos, verificamos que o sr. Presidente do clube em entrevista hoje ao “O AVEIRO” (http://www.oaveiro.pt) faz afirmações que revelam ignorância ou má fé.

Acreditamos ser difícil explicar os resultados desportivos e financeiros, não comentamos.
Mas tentar justificar com mentira e responsabilizando terceiros, nomeadamente a anterior direcção, não admitimos.

Esclarecemos que não deixamos um cêntimo de divida ao fisco e segurança social, deixando o clube, em 29 de Junho, com todos os vencimentos e subsídios de férias pagos.

Deixamos de créditos de terceiros, entretanto já recebidos mais de 500.000,00€.

Deixamos um contrato anual de TV no valor de 1.500.000,00€

Deixamos contratos de patrocínio anuais no valor de 275.000€.

Deixamos um contrato anual de utilização de lugares especiais de 500.000,00€.

Deixamos um contrato anual de desenvolvimento desportivo de 240.000,00€.

Descemos de divisão, é um facto, prometemos que se não atingíssemos os objectivos demitíamo-nos, cumprimos.
Prometemos que caso não aparecem candidatos à liderança, assumiríamos essa responsabilidade. Cumprimos.

Durante estes mandatos passamos pela liga de honra e utilizamos o EMA.

Admitimos avaliações subjectivas do nosso desempenho não admitimos a justificação seja do que for com mentira.

Esperamos que o legado da actual direcção seja no mínimo o mesmo.

Os elementos da anterior direcção do Sport Clube Beira-Mar

(outros valores ou detalhes foram fornecidos nos diversos artigos, nomeadamente a 12-06-2006 e 15-12-2005 - recomendamos a sua consulta no nosso arquivo)

1.08.2007

Muito me contam.....


Não posso deixar de manifestar o meu espanto sobre esta(s) notícia(s) que surgiram no Site Oficial do clube:




"Comunicado

Actualização: A Direcção do SC Beira-Mar informa que o nome da empresa com quem fez um acordo, a Inverfutbol, só tem actividade como fundo de investimento em jogadores de futebol e pertence ao Grupo Cursach, com sede no Edifício Grupo Cursach, Polígono San Valentin, em Palma de Mallorca, Espanha, não tendo relação com propalada actividade em apostas ou sites de apostas, ou relacionamento com a Bwin.

Com vista ao fortalecimento estrutural, a curto e médio prazo do SC Beira-Mar, a Direcção do Clube e a empresa Inverfutbol, com sede em Espanha, fizeram um acordo, cujos reflexos serão notórios ao nível de algumas mudanças na equipa profissional de futebol.

Nesse sentido, e porque uma das alterações prende-se com o comando técnico da equipa principal, foi esta noite, em reunião extraordinária e expressamente convocada para o efeito, acordada a rescisão do vínculo contratual com o treinador Carlos Carvalhal, sendo substituído no cargo pelo treinador Francisco Soler.

A Direcção do SC Beira-Mar e o treinador Carlos Carvalhal tiveram oportunidade, em reunião, de concretizar a rescisão contratual por mútuo acordo.Aveiro, 7 de Janeiro de 2007

A Direcção do SC Beira-Mar " (in www.beiramar.pt)


A minha avózinha sempre dizia..." Não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti".... pois assim seja, só espero verdadeiramente que a actual direcção não venha a sofrer na pele as criticas que a anterior direcção (da qual fiz parte) sofreu quando celebrou o tão difamado protocolo com o Stellar Group, que tinha intenções muito idênticas as agora apresentadas neste comunicado.

Espero sinceramente que as intenções se traduzam em realidades e o clube saia beneficiado mas confesso que me apetece rir quando me lembro de certas passagens que envolviam alguns dos actuais directores e os seus comentários e criticas sobre este tipo de protocolos.... e aconsulta que deveria ser feita aos sócios para o efeito.

Enfim... agua mole em pedra dura....

1.03.2007

Ventos de S. Roque # 25 - Competetividade

Um dos objectivos que se pretendiam atingir com a redução do número de equipas a disputar as competições profissionais, era o aumento da competitividade e o consequente aumento de receitas.

Uma das formas de comparar a competitividade, é relacionar o somatório dos pontos alcançados pelos três primeiros, com os obtidos pelos três últimos:
2000/01= 2,95
2001/02= 2,51
2002/03= 2,16
2003/04= 2,85
2004/05= 2,00
2005/06= 2,63
2006/07= 3,92
Como se pode verificar, esta época está a ser claramente a menos competitiva do século. A época 2004/05 foi a mais disputada.

Diminuir o número de clubes foi um erro determinado fora das estruturas do futebol, e, que os seus agentes inexplicavelmente acederam.

Em Inglaterra, quase todos os clubes já têm 30 ou mais jogos oficiais realizados, nós atingiremos esse nível no final da época (muito pouca competição para atletas profissionais).

Esta paragem de Inverno foi excessivamente longa e prejudicial para os clubes. A competição deu lugar à escrita. Estuda-se já o lançamento de várias obras literárias para período homólogo da próxima época.

A preocupação em Portugal é manter os poderes estabelecidos, daí que os três grandes clubes apoiem esta redução. Querem conquistar todas as competições onde entram. Não têm que fazer opções. Para estes clubes a competitividade interna quanto menor, melhor. É exactamente o contrário das ligas economicamente sustentáveis.

A competitividade é um dos factores de desenvolvimento em qualquer área de negócio.
A Roque

12.18.2006

Boas Festas


A turma do Rua do Vento vem desejar a todos os beiramarenses e simpatizantes do clube um Bom Natal e um Próspero Ano Novo.

Esperemos que o ano entrante seja mais benevolente para o nosso Beira-Mar e que o "Pai Natal" nos deixe uns pontinhos preciosos no sapatinho !!

12.14.2006

A MINHA TÁCTICA

O meu próximo jogo é importantíssimo. Tenho que o ganhar.

Analisei vários jogos do adversário. Tem um plantel com muita qualidade e várias opções. O meu homólogo não é propriamente um técnico defensivo, joga normalmente o jogo pelo jogo.

Bem, tenho que armar a equipa para as transições rápidas, com processos defensivos bem delineados, as transições defesa-ataque assentes num trinco e um libero, pressão alta nos primeiros 30 minutos, pressão média até final da primeira parte e os processos ofensivos bem definidos. Também está previsto o plano B, ou seja, pressão baixa e futebol directo em caso de dificuldade. Estou com dúvidas quanto à táctica do losango ou da quadratura do círculo, já que a eficiência da posição dez depende do desempenho da posição seis.

OH!

O que eu quero mesmo é ganhar este jogo: vou jogar com uma defesa atenta, meio campo trabalhador e criativo e uma linha avançada esforçada. Organizados a defender quando não temos a bola e todos a contribuir para o ataque quando tivermos posse de bola.

Muito importante, vou jogar com doze jogadores contra apenas onze do adversário e espero que do principio ao fim.

Vamos apoiar o nosso clube.

A Roque

12.07.2006

FUTEBOL: DESPORTO DE INVERNO?








Recentemente o Sr. Lennart Johansson, presidente da UEFA admitiu a alteração do período de competição, ou seja, actualmente a competição desenvolve-se de Julho a Maio e a proposta é alterar para o período de Fevereiro a Novembro.

Só vejo vantagens:
1- Acabam, na competição nacional, as férias de Natal.
2- Passa a coincidir o ano económico com a época desportiva e o ano civil.
3- Relvados menos solicitados nas piores situações climatéricas.
4- Melhores relvados logo melhores espectáculos.
5- Actualmente com as transmissões televisivas os jogos são normalmente em períodos nocturnos e com temperaturas desagradáveis, logo menos público.
6- Poupança de energia. Sobretudo na formação, estes custos são significativos.

Não vejo inconvenientes significativos, muito pelo contrário, provavelmente vamos ter muito mais espectadores nos jogos. Duvido que os jogos da fase final dos campeonatos europeu ou mundial tivessem tanta assistência se disputados no Inverno.

A Roque

11.24.2006

Ventos de S. Roque # 24 - PLANTEL

RACIONALIZAÇÃO DE UM PLANTEL

Começo por confessar, que não sou treinador nem frequentei qualquer formação que me habilite a fundamentar esta opinião. O que quero exprimir resulta do conhecimento empírico resultante de dez anos de relva e balneário.

A constituição dos planteis, uns mais do que outros, resulta de uma influencia exagerada dos treinadores. Sendo os treinadores decisivos na constituição dos planteis, as opções resultam da sua concepção táctica e com uma influencia determinante dos empresários desportivos, sendo ainda mais complexo quando o mesmo empresário representa técnico e jogadores.

Porque é que isto é assim?
Os dirigentes não gostam muito de assumir responsabilidades nesta área. Isto percebe-se; se correr mal, o técnico não tem desculpa, logo as consequências são fáceis.
O treinador seguinte normalmente contesta o plantel que recebe. Claro, não é o dele, e, não é o do empresário dele, não utiliza o sistema do treinador anterior, etc.

Sei que não é fácil, mas os dirigentes têm que assumir as suas responsabilidades na formação da equipa. Os jogadores são os principais activos, logo uma responsabilidade acrescida na sua contratação, os treinadores são apenas um dos factores de produção, mais fácil de alterar e não são um activo.

Um plantel deveria ser constituído por 23 jogadores, 3 guarda-redes e 2 jogadores de campo para cada posição. No limite mais um polivalente, ou seja, no máximo 24.

Quanto aos guarda-redes, um deles deve ser recém-chegado da formação e se possível do próprio clube. No que refere a jogadores de campo e partindo do principio que as equipas jogam com 4 defesas, 3 médios e 3 atacantes, e que defendem quando a bola está com o adversário e atacam quando têm a bola, independentemente da táctica do trapézio, do losango, do circulo, do TM, do M/W, do 3x4x3 etc., o que o plantel deve ter, são dois jogadores para cada posição.

Decisivo para o futuro dos clubes, é os dirigentes assumirem as suas responsabilidades, isto é, contratarem 17 jogadores que maximizem o binómio qualidade/custo em função das disponibilidades financeiras e imporem, repito, imporem aos planteis uma cota mínima 6 jogadores provenientes da formação. Esta regra garante melhor qualidade, menos custo, maior rentabilidade e motiva a formação

Parece mas não é fácil.

A Roque

11.17.2006

PELO BEIRA MAR, SEMPRE (Parte X)

Dentro dos conceitos que considero mais importantes no desenvolvimento das qualidades moveis da formação do departamento do futebol juvenil do Sport Clube Beira Mar, é importante distinguir um marco para o Clube:

Programação
Organização
Controlo

Assim, começa um projecto de medidas a serem tomadas, numa filosofia de competência e conhecimentos de treino, social e cultural para a prática de futebol jovem. Nestas condições e outras, que me responsabilizaram concretizar no tempo, enquanto dirigente do Beira Mar para um verdadeiro Centro de Estágio e Formação (Academia), para encontrar a valorização nos diferentes níveis e melhoramentos em todas as vertentes da vida exigível que o Clube obriga, só é possível com o compromisso de todos e das todas as forças vivas da cidade.

Vem este artigo a propósito, das sugestões do Plano de Urbanização do Parque Desportivo de Aveiro, abertas até ao dia 27 do corrente mês, e do que foi feito no tempo enquanto como responsável, o trabalho de qualidade com a CMA, dos quais não podemos concluir por motivos de eleições para os novos corpos gerentes da colectividade, ao qual, apresento algumas sugestões para a actual Direcção:

º - Protocolo assinado entre a CMA e Beira Mar, contemplava até Julho de 2005, a entrega de três campos de futebol de 11 e três de 7, sintéticos e relvados para a prática de treinos seniores e escola de formação.

2ª - Como se encontra a mudança do departamento de formação para o Centro Estágio e Formação (Academia), no novo estádio, que ficou concluído com capacidade para 40 camas, um ginásio, um posto médico, Sala de convívio, três balneários, gabinete de director e secretaria.

3ª- Em que situação se encontra o Protocolo assinado entre o Beira Mar e CMA, sobre a construção da nova Sede do Clube, na Praça Dr. Joaquim Melo Freitas.

4ª - Qual a situação da eventual permuta com a CMA, do Pavilhão desportivo do Beira Mar, que houve o compromisso de construção e da escolha do terreno a designar para o efeito.

São algumas sugestões que deixo a quem de direito e no prazo acima estabelecido, defender exaustivamente as cores do nosso Sport Clube Beira Mar.

Óscar Paulo

11.10.2006

PLANO DE URBANIZAÇÃO DO PARQUE DESPORTIVO DE AVEIRO



PLANO DE URBANIZAÇÃO DO PARQUE DESPORTIVO DE AVEIRO
PROPOSTA

Decorre até 27 de Novembro o prazo estabelecido em edital para sugestões ao plano da zona envolvente ao estádio.
Enquanto dirigente do Sport Clube Beira-Mar remeti as minhas opiniões/sugestões para as diversas reuniões com os promotores. Agora como não tenho essa possibilidade, expresso-a publicamente e formalmente como sugestão à Câmara Municipal de Aveiro e ao Beira-Mar.

1-Introdução
Tive o privilégio de conhecer quase todos os projectos dos novos estádios. Não vou agora repetir que o programa executado não foi o que o Beira Mar defendeu, o que me motiva a opinar, é sobre as consequências de tal investimento e propor soluções. Uma das componentes mais estudadas e mais complicadas dos diferentes estádios era a forma do seu financiamento. Não conheci o “finance-project” do nosso estádio, mas do que leio na imprensa, esta infraestrutura pode penalizar a curto e médio prazos o desenvolvimento do concelho. Temos agora condições de minimizar as consequências.

2-Pressupostos
A CMA obrigou-se a realizar o centro de formação do SCBM (campos de treino) nos terrenos adjacentes ao estádio.
O SCBM só libertará os terrenos do antigo estádio quando o centro de formação estiver concluído.
Os actuais terrenos do antigo estádio custam diariamente ao município muito, muito, muito dinheiro.
A CMA comprometeu-se em disponibilizar um terreno para o novo pavilhão.
As acessibilidades são difíceis e factor de desmobilização.

3-Solução
O actual parque de estacionamento do novo estádio comporta uma infraestrutura que possibilita não só garantir mas até triplicar o actual estacionamento e financiar o centro de formação libertando os terrenos do antigo estádio para a CMA.
Aveiro não tem actualmente um centro comercial. Tem grandes superfícies com quatro ou cinco lojas. O Fórum não é um típico centro comercial.
Um centro comercial dinamizaria aquela nova centralidade, o estacionamento subterrâneo aumentaria em quantidade e qualidade.
O promotor deverá construir o centro de formação (campos relvado e sintéticos), executar o novo pavilhão do Beira-Mar bem como um novo viaduto a norte do actual com o objectivo criar melhores acessos.

Conclusão: É necessário estudar soluções que garantam a resolução de compromissos, que garantam sustentabilidade e com viabilidade. Reconheço dificuldades de concretização, no entanto, acredito que com o empenho das duas entidades esta ou outra solução serão necessariamente implementadas.

Nota: As sugestões sobre este plano devem ser dirigidas à CMA. Podem ainda deixar sugestões nos “comentários” que reencaminharei. (com sugestões, nome, morada, NIF).
A Roque