O jogo entre o S C BeiraMar e o Sporting C. P. foi fantástico.
Foi um dos jogos mais espectaculares que eu tive oportunidade de assistir.
Parabéns.
A moldura humana foi excelente, o publico também, as claques idem, muitos vip´s e até alguns viip´s, mas foram os jogadores das duas equipas os verdadeiros PROTAGONISTAS.
A. Roque
10.30.2006
10.23.2006
Ventos de S. Roque # 22 - Liderança
A guerra de palavras entre os presidentes do SLB e do FCP ultrapassaram o admissível e são passíveis de processo de inquérito no âmbito da comissão disciplinar da LPFP.
É bem explícito o regulamento disciplinar.
Esta situação é demasiado grave e em nada dignifica os dirigentes em causa como implica prejuízo à indústria futebol, ou seja, a terceiros.
Em nenhuma liga profissional é admissível este tipo de atitudes.
O presidente da LPFP não pode fazer de conta que nada aconteceu, ou toma medidas ou perde capacidade de liderança.
A Roque
É bem explícito o regulamento disciplinar.
Esta situação é demasiado grave e em nada dignifica os dirigentes em causa como implica prejuízo à indústria futebol, ou seja, a terceiros.
Em nenhuma liga profissional é admissível este tipo de atitudes.
O presidente da LPFP não pode fazer de conta que nada aconteceu, ou toma medidas ou perde capacidade de liderança.
A Roque
10.18.2006
Ventos de S. Roque # 21 - Arbitragem

PROFISSIONALIZAÇAO DA ARBITRAGEM
A profissionalização da arbitragem tem sido a bandeira que voluntariamente ou não, o presidente da LPFP mais tem mediatizado.
Ainda percebo que essa seja uma das bandeiras do Victor Pereira, enquanto presidente da comissão de arbitragem, embora nunca a tenha fundamentado.
Meu caro Hermínio Loureiro, a arbitragem não é um problema da liga. A arbitragem é sinónima de fractura entre os clubes. Deve, é ser feito um esforço, que todos agradecem, para que regresse rapidamente à FPF.
A LPFP tem muito mais assuntos com que se preocupar e que claramente se enquadram com o seu objecto: dinamização da indústria do futebol.
Mas quando se fala em profissionalização da arbitragem, do que se fala?
Dos honorários? Já são mais elevados que a média nacional.
Da exclusividade? Interessa aos árbitros com elevada qualificação?
Da reforma? Aos 45 anos?
Deixa de haver promoções e despromoções? Grupo de elite fechado?
Não se conhece um projecto, mas fala-se em profissionalização. Pretende-se falar em profissionalização ou em exclusividade?
Sou contra, mais do que a profissionalização ou melhor exclusividade de funções, já que se pode ser profissional em varias actividades simultaneamente, o mais importante é um código de conduta. Contudo deixo-lhe aqui uma proposta:
1- A FPF é uma instituição de utilidade pública.
2- A FPF pode utilizar a figura da requisição para o recrutamento de colaboradores.
3- A requisição pode ser anual.
Garantia de:
1-Vencimento adequado às funções.
2-Assistência social.
3-Regresso ao emprego de origem sem perda de direitos.
A. Roque
9.28.2006
Ventos de S. Roque # 20 - O Trigo e o Joio

As estruturas dirigentes do futebol em geral, e do futebol profissional em particular, têm sido drasticamente atingidas nos últimos tempos.
Estive no futebol cerca de dez anos. Tive e tenho orgulho de ter pertencido àquele mundo. Um mundo verdadeiramente fascinante e no qual conheci gente excepcional e tive a sorte de fazer alguns amigos.
É uma verdadeira paixão. Paixão que muitas vezes impede a utilização da razão na análise das situações. É essa mesma paixão que prolonga a presença dos mesmos nos mesmos lugares.
Acho que consegui ter alguma lucidez e sair quando me pareceu ser melhor para o meu clube, mas mesmo de fora tenho assistido a esta peça com enorme tristeza.
Actores que já representaram a grande nível, estão sem graça. Acho que todos agradecemos se saírem de cena.
É, no mínimo, estranho que alguns desses actores, rejeitem um inquérito no âmbito da competência dos órgãos jurisdicionais da liga no caso “apito”.
Estranho, que em função das notícias que cirurgicamente se vão dando a conhecer, os potenciais prejudicados, não exijam consequências no plano desportivo e até financeiro.
Interrogo-me quanto ao silêncio de muitos dirigentes, sobretudo dos clubes de menor dimensão. Não consigo perceber.
Soluções? A primeira decisão da nova direcção da liga e fundamentalmente do seu presidente, deve ser a de solicitar à comissão disciplinar um inquérito ao caso “apito dourado”.
Doa a quem doer. Exige-se verdade.
Não se trata de uma caça às bruxas, mas antes separar o trigo do joio.A Roque
9.13.2006
Ventos de S. Roque # 19 - Competência Vs Dependência

Eu abstive-me de comentar imediatamente as incidências que se verificaram no jogo, porque, normalmente, vejo as coisas com demasiada emotividade e poderia fazer uma análise incorrecta.
O desempenho da equipa de arbitragem foi excelente na primeira metade do encontro, repito excelente. Depois do intervalo foi exibido um cartão amarelo despropositado e no mínimo num acto de prepotência do senhor árbitro.
Após o primeiro golo do União de Leiria, o desempenho da equipa de arbitragem foi, no mínimo, arbitrário.
Como é possível esta equipa de arbitragem demonstrar competência até uma determinada fase do jogo e de seguida cometer erros sempre em prejuízo da mesma equipa?
A direcção do Beira-Mar já reagiu, e bem. Acho que poderia ir mais longe, participando à comissão disciplinar da liga o comportamento da equipa de arbitragem, requerendo um inquérito ao seu desempenho. Assim o senhor João Vilas Boas não ia uma semana para a jarra mas iria o tempo necessário ao inquérito. Provavelmente, esta seria uma das medidas, que rapidamente se implementaria e obrigaria no mínimo a saberem que, como em qualquer outra profissão, têm que justificar os erros.
Bem sei que isto tem consequências e não é assim tão fácil: o corporativismo na arbitragem é terrível.
Acresce ainda que na arbitragem existe o sentimento que o erro muitas vezes não penaliza mas antes compensa.
Se o árbitro revelou competência, como justifica depois arbitrariedades evidentes? Especulando um pouco diria que recebeu um telefonema ao intervalo e quando sentiu que era possível, inconscientemente apitava sob a dependência.
A. Roque
9.11.2006
Uma questão de regras!!!!!!!!



AS REGRAS…. DA F.I.F.A. E DA A.T.C.N.S.P.
O meu amigo Zé Querido enviou-me um e-mail com os estatutos de uma associação a que o seu pai pertencera. Disse-me que tal como a FIFA também esta associação era implacável para com eventuais incumprimentos. Data de 1935 e também não obrigava ninguém a ser associado.Não resisti em partilhar este documento e desafio-vos a verificar se existem diferenças nos estatutos das duas entidades.
9.08.2006
Caso "Mateus" afinal é inter-galáctico

Liga dos Planetas: Plutão entrega providência cautelar junto do Tribunal Administrativo de Lisboa.
Depois de ter sido despromovido à Segunda Liga dos Planetas, Plutão recorre aos tribunais civis de forma a suspender todo o Campeonato Interplanetário.
Plutão tinha subido à primeira liga deste campeonato há mais de 70 anos e foi agora despromovido porque é pequenito.
Plutão não se conformou e recorreu aos tribunais com o argumento de é "pequenito mascorre que se farta. Além de mais, os planetas não se medem aos palmos e qualquer coisa que esteja com uma temperatura ambiente de 220 graus negativos mirra, e não há Ana Malhoa que o estimule".
A argumentação de Plutão vai mais longe e sugere que existe corrupção na Liga de Planetas "O nosso mal é estarmos longe do centro de decisão, neste caso, o Sol! Porque é que não despromovem os planetas que são apenas gases? Se nós (Plutão) estivéssemos cheio de gases seriamos muito maiores"
Entretanto, o arrivista planeta UB-313 descoberto no ano passado quer substituir Plutão na Primeira Liga. No entanto, Mercúrio Loureiro, presidente da Liga dos Planetas afirma que um sistema solar com mais do que 8 planetas torna-se pouco competitiva, para além disso, Plutão tem uma orbita meia maluca e por isso deve ser banido do principal campeonato planetário.
Entretanto, e com esta confusão toda, o campeonato está suspenso e alguns planetas inclusivamente deixaram de girar.
Quem parece mais activo é Vénus,que este ano equipa com camisas novas e novo patrocinador: Durex Barroso.
Para Zé Beto, Presidente da Associação dos Espectadores dos Jogos Interplanetários e do Além, trata-se de uma pouca vergonha tudo isto,"tínhamos comprado uma faixa nova a dizer que o Hospital Sobral Cid apoia o Planeta Agostini e agora vai tudo por água abaixo."
fonte: texto sem autor, recebido pela internet
9.04.2006
Ventos de S. Roque # 18 - Ainda...Mateus!

Este processo é clarificador da conduta de muitos agentes dos diversos quadrantes.
Não sei se assiste alguma razão ao Gil Vicente, mas tenho muitas dúvidas.
A FPF coloca-se em bicos de pés, e mete-nos medo com a FIFA.
A LPFP tem entendimentos diferentes no seu seio, mas ainda não reuniu a direcção, que é o órgão mais importante, para analisar o assunto.
O Belenenses reclama vitória e não tem vergonha em afirmar que o Gil Vicente queria ganhar na secretaria.
O Governo não sabe o que fazer.
Alguns comentadores dizem mal de tudo e todos e alguns deles esquecem as trapalhadas em que estiveram envolvidos quando exerceram cargos desportivos. Deixo-vos o exemplo da análise do processo de candidatura do Farense no ano em que desceu de divisão. O Beira-Mar foi claramente prejudicado.
O processo apito dourado é arquivado em tranches.
Dirigentes, de grande responsabilidade, preferem dizer as asneiras que as massas tanto apreciam.
Tenho uma certeza, se este caso fosse com um dos três grandes nada acontecia.
A comunicação social está em pânico com a hipótese de ficarmos excluídos das competições internacionais. Pois é! Graças ao futebol, vendem muita parra e muitos empregos podem estar em causa.
Dirigentes, jornalistas, comentadores e analistas mudam com facilidade de opinião sobre este caso. Emitem, até, opinião sem conhecerem os factos.
No futebol, um ilustre dirigente disse que o que é verdade antes do almoço pode ser mentira logo a seguir. Orgulho-me de ter trabalhado como dirigente desportivo com um grupo de homens que mantinham a sua palavra; até a despedida foi consequência do cumprimento da palavra dada.
É claro, que não me agrada estarmos ausentes das competições internacionais, mas face a tudo isto, pondero mesmo a hipótese de que a melhor solução seja os tribunais civis a darem o seu veredicto. Podemos, assim, ter agora a oportunidade de regenerar o futebol.
No que se refere ao meu clube, estou convicto que temos mais a ganhar do que a perder.
Alberto Roque
8.04.2006
Ventos de S. Roque #17 - Há coragem??
Conhecido que é o único candidato à LPFP, consensual, interessa agora conhecer o programa para este mandato.
De acordo com o que tem sido noticiado, a reestruturação da organização da liga é inevitável e bem vinda por todos os clubes.
Conhecendo um pouco do actual estádio do futebol profissional, entendo como medidas estratégicas para os clubes de pequena e média dimensão e para o desenvolvimento do futebol, três propostas:
1-Alteração da venda das receitas televisivas. Actualmente cada clube negoceia o seu contrato. A solução seria a liga negociar o valor global e a redistribuição passaria a ser em função do mérito. Não é novidade, basta ver o que a uefa faz na liga dos campeões. Mais receitas e receitas ainda suficientes para subsidiar a divisão de honra.
2-Implementação da Taça da Liga. Mais receitas, mais competição. Os jogadores dos clubes que não estão nas competições europeias raramente ultrapassam os 30 jogos/ano e a média é de 20 jogos/ano, ou seja, pouca competição, agravada este ano com a redução do número de clubes.
3-No que se refere à arbitragem e considerando que esse problema desaparece da liga com a implementação da nova lei de bases, proponho que se acabe com a nomeação e se aplique neste período o sorteio puro e duro. Além de muitas outras vantagens, entre elas as pressões com efeitos práticos, a possibilidade de aparecerem novos valores. Foi quando este regime vigorou que apareceram os actuais melhores árbitros.
Estas medidas tem a oposição dos três grandes. Há coragem?
De acordo com o que tem sido noticiado, a reestruturação da organização da liga é inevitável e bem vinda por todos os clubes.
Conhecendo um pouco do actual estádio do futebol profissional, entendo como medidas estratégicas para os clubes de pequena e média dimensão e para o desenvolvimento do futebol, três propostas:
1-Alteração da venda das receitas televisivas. Actualmente cada clube negoceia o seu contrato. A solução seria a liga negociar o valor global e a redistribuição passaria a ser em função do mérito. Não é novidade, basta ver o que a uefa faz na liga dos campeões. Mais receitas e receitas ainda suficientes para subsidiar a divisão de honra.
2-Implementação da Taça da Liga. Mais receitas, mais competição. Os jogadores dos clubes que não estão nas competições europeias raramente ultrapassam os 30 jogos/ano e a média é de 20 jogos/ano, ou seja, pouca competição, agravada este ano com a redução do número de clubes.
3-No que se refere à arbitragem e considerando que esse problema desaparece da liga com a implementação da nova lei de bases, proponho que se acabe com a nomeação e se aplique neste período o sorteio puro e duro. Além de muitas outras vantagens, entre elas as pressões com efeitos práticos, a possibilidade de aparecerem novos valores. Foi quando este regime vigorou que apareceram os actuais melhores árbitros.
Estas medidas tem a oposição dos três grandes. Há coragem?
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