Ao tomarmos conhecimento da subida à 3ª Divisão Nacional da equipa Sénior de Futsal do Sport Clube Beira Mar, queremos enviar os nossos sinceros parabéns a todos os que trabalharam no ambicioso projecto e nos sucessivos êxitos da ainda jovem Secção de Futsal, na época 2004/2005 e 2005/2006, e na futura e dificil caminhada, rumo à 1ª Divisão Nacional, que todos desejamos.
Ao André Costa, a quem tão arrojada missão foi confiada há 3 anos atrás, e a todo o seu grupo, sem excepção, a nossa particular gratidão, e felicitações pelo excelente desempenho na modalidade, para bem do nosso glorioso Clube.
Assim se faz história.
A malta do Rua do Vento
8.03.2006
Ventos de S. Roque # 16 - O Gato e o Rato

Foi com alguma curiosidade que consultei o site do Ministério das Finanças para ver as listas publicitadas dos devedores à administração fiscal.
Esta curiosidade residia em saber quais os clubes, sad´s, federações, liga ou outras entidades ligadas ao desporto em geral, mas ao futebol em particular, deviam ao fisco.
NADA. Nem uma lá encontrei.
Bem, no caso do futebol profissional que gera milhões para o orçamento do estado é espantoso que ninguém releve este assunto. Mesmo que existam dividas, face às listas publicitadas elas tem que ser inferiores a cem mil euros por entidade, ou seja, o somatório da eventual divida de todos clubes e sad´s é bastante inferior a dois milhões de euros.
Revejam leituras recentes sobre as dívidas dos agentes do futebol ao fisco.
Releiam o que se disse e por quem sobre o totonegócio.
O futebol continua a servir para o que mais jeito dá.
Se da lista constassem uns clubes, pobres dos dirigentes.
Conclusão: Cada um que a tire.
Para mim ou há gato escondido com rabo de fora ou a montanha pariu um rato.
A. Roque
7.31.2006
Ventos de S. Roque # 15 - Os bons e o pior
Hermínio Loureiro deu uma entrevista ao semanário Expresso no passado dia 29 que me surpreendeu pela positiva.
Parabéns.
Hermínio Loureiro percebeu claramente a diferença entre a LPFP e a FPF. A LPFP é o equivalente às diferentes “ordens” das diferentes classes profissionais, sendo que os interesses dos associados são comuns.
Na liga, o grande problema é que os interesses dos três grandes são bastante divergentes dos interesses dos restantes vinte e nove.
Independentemente do valor de cada voto ser igual, verifica-se que o interesse dos clubes grandes sempre se sobrepôs ao dos restantes.
As receitas da TV e a redução de clubes nas duas ligas são exemplos.
O empenho dos clubes de pequena e média dimensão é fundamental.
As ideias estão lá, resta agora arranjar a equipa que consiga implementar a necessária reestruturação e defenda o interesse dos clubes profissionais de futebol, e não apenas o dos clubes mais fortes.
Junta-te aos bons e serás como eles, junta-te aos maus e serás pior do que eles.
A Roque
Parabéns.
Hermínio Loureiro percebeu claramente a diferença entre a LPFP e a FPF. A LPFP é o equivalente às diferentes “ordens” das diferentes classes profissionais, sendo que os interesses dos associados são comuns.
Na liga, o grande problema é que os interesses dos três grandes são bastante divergentes dos interesses dos restantes vinte e nove.
Independentemente do valor de cada voto ser igual, verifica-se que o interesse dos clubes grandes sempre se sobrepôs ao dos restantes.
As receitas da TV e a redução de clubes nas duas ligas são exemplos.
O empenho dos clubes de pequena e média dimensão é fundamental.
As ideias estão lá, resta agora arranjar a equipa que consiga implementar a necessária reestruturação e defenda o interesse dos clubes profissionais de futebol, e não apenas o dos clubes mais fortes.
Junta-te aos bons e serás como eles, junta-te aos maus e serás pior do que eles.
A Roque
7.25.2006
Ventos de S. Roque # 14 - A carroça e os bois
A eleição dos novos dirigentes da LPFP foi a única saída para legitimação dos seus órgãos (ver o post de 29/06/06 sobre o caso Mateus).
Se nos clubes é difícil mobilizar os seus sócios para o dirigismo, para estes cargos aparecem de imediato resmas. É um facto e ainda bem, temos o futuro do dirigismo ao mais alto nível assegurado.
Conheço os objectivos da instituição e o seu funcionamento. Acho piada a alguns pseudo doutorados em futebol, discutirem o funcionamento da LPFP nos media de referência, revelando total ignorância.
É tempo de altera quer os objectivos, quer a orgânica. Isto implica alteração de estatutos. No que se refere aos objectivos a LPFP, tem que deixar de executar tarefas que colidam com interesses clubistas, com por exemplo, arbitragem e disciplina, dinamizando o marketing. A LPFP tem que se libertar dos assuntos que geram conflituosidade e desenvolver muito mais o espectáculo.
Quanto à orgânica, ela está muito pensada para um presidente oriundo de um clube com características mais de representação, do que propriamente características executivas. A existência de uma comissão executiva expressa isso mesmo. Os actuais estatutos permitem a diluição de responsabilidades entre o presidente e o director executivo, gerando inclusivamente conflitos graves.
Entendo, que seria mais adequado estabelecer um período de transição, embora com dirigentes legitimados para esse mandato específico e de forma a rever os estatutos, adaptando-os inclusivamente à nova Lei de Bases.
O G18 tinha já um notável trabalho nesta área, e que só não foi possível implementar porque os presidentes dos chamados grandes se desentenderam por motivos colaterais. Sublinho o trabalho do Dr. Dias da Cunha que previa a extinção da comissão executiva, um presidente da direcção profissional e três CEO nas áreas Administrativa/Financeira, Logística (organização de jogos) e Marketing/Media. Pessoalmente, concordo em geral, mas entendo, que deviam, também ser reforçadas as responsabilidades executivas da Direcção.
Vi ontem o meu caro amigo Hermínio Loureiro, disponibilizar-se para liderar a direcção. Conhece o desporto português e o futebol em particular, tem por isso condições para ser um bom líder, surpreendeu-me por se referir à arbitragem e à redução de custos. A arbitragem não deve ser assunto da LPFP e quanto às questões financeiras, preferia que tivesse falado em aumento de receitas, já que a redução de custos essa compete aos clubes. Quanto ao essencial, organização, nada disse.
Em conclusão, direi que há cerca de cinco anos tudo se manteve.
Perdeu-se uma oportunidade. Agora que existe nova oportunidade de mudança, está-se a pôr a carroça à frente dos bois.
A Roque
Se nos clubes é difícil mobilizar os seus sócios para o dirigismo, para estes cargos aparecem de imediato resmas. É um facto e ainda bem, temos o futuro do dirigismo ao mais alto nível assegurado.
Conheço os objectivos da instituição e o seu funcionamento. Acho piada a alguns pseudo doutorados em futebol, discutirem o funcionamento da LPFP nos media de referência, revelando total ignorância.
É tempo de altera quer os objectivos, quer a orgânica. Isto implica alteração de estatutos. No que se refere aos objectivos a LPFP, tem que deixar de executar tarefas que colidam com interesses clubistas, com por exemplo, arbitragem e disciplina, dinamizando o marketing. A LPFP tem que se libertar dos assuntos que geram conflituosidade e desenvolver muito mais o espectáculo.
Quanto à orgânica, ela está muito pensada para um presidente oriundo de um clube com características mais de representação, do que propriamente características executivas. A existência de uma comissão executiva expressa isso mesmo. Os actuais estatutos permitem a diluição de responsabilidades entre o presidente e o director executivo, gerando inclusivamente conflitos graves.
Entendo, que seria mais adequado estabelecer um período de transição, embora com dirigentes legitimados para esse mandato específico e de forma a rever os estatutos, adaptando-os inclusivamente à nova Lei de Bases.
O G18 tinha já um notável trabalho nesta área, e que só não foi possível implementar porque os presidentes dos chamados grandes se desentenderam por motivos colaterais. Sublinho o trabalho do Dr. Dias da Cunha que previa a extinção da comissão executiva, um presidente da direcção profissional e três CEO nas áreas Administrativa/Financeira, Logística (organização de jogos) e Marketing/Media. Pessoalmente, concordo em geral, mas entendo, que deviam, também ser reforçadas as responsabilidades executivas da Direcção.
Vi ontem o meu caro amigo Hermínio Loureiro, disponibilizar-se para liderar a direcção. Conhece o desporto português e o futebol em particular, tem por isso condições para ser um bom líder, surpreendeu-me por se referir à arbitragem e à redução de custos. A arbitragem não deve ser assunto da LPFP e quanto às questões financeiras, preferia que tivesse falado em aumento de receitas, já que a redução de custos essa compete aos clubes. Quanto ao essencial, organização, nada disse.
Em conclusão, direi que há cerca de cinco anos tudo se manteve.
Perdeu-se uma oportunidade. Agora que existe nova oportunidade de mudança, está-se a pôr a carroça à frente dos bois.
A Roque
7.13.2006
Que excelente contratação esta época!!!!

Falamos, claramente, não do Jardel, mas da anunciada (re)contratação do Jorge Maia para o cargo de Assessor de Comunicação do Sport Clube Beira-Mar.
Esta contratação é, a nosso ver, das mais acertadas da época, tratando-se de um grande profissional e, sobretudo, de um homem com principios raros nos dias que correm.
Só podemos desejar ao Jorge sucesso na retoma do desempenho das suas funções, e elogiar a direcção por esta feliz decisão. Com o regresso à Super-Liga, a (re)profissionalização deste sector impunha-se.
Força Jorge, Força Beira!
Parabéns Auri-Negros!!
7.10.2006
Beira-Mar contrata Jardel por uma temporada ?!

"Mário Jardel assinou por uma época pelo Beira-Mar, assumiu ontem, o presidente do clube, Artur Filipe, em conferência de Imprensa. O jogador brasileiro será apresentado na quinta-feira, dia em que irá integrar o estágio do clube auri-negro, que começa hoje em Estarreja.Segundo o homem-forte do futebol aveirense, José Cachide, o interesse do Beira-Mar no brasileiro surgiu na altura em que saiu uma notícia sobre a vontade do avançado regressar a Portugal esta época "Colocámos um intermediário em campo para saber da disponibilidade dele para vir para o Beira-Mar e depois foi negociar. O nosso orçamento para este ano não sofre alterações com a contratação de Jardel".- (in JN)
Ora ai está uma notícia... ummmmm ... curiosa??
Como eu acho que cada vez "percebo menos de bola", não vou comentar, mas gostava de ouvir os nossos visitantes!
Até para me ajudarem a formular uma opinião pois perdi por completo as coordenadas do Jardel - não sei onde tem jogado, nem que performances tem tido, nem se já "atinou" da cabeça,...
Saudações,
André Apolinário
6.29.2006
Ventos de S. Roque #13 - Mateus!!
MATEUS, de dez em dez anos.
Em 1996, Mateus foi a personagem principal do nosso futebol.
Se bem se lembram, até essa data, os clubes não pagavam impostos ao Estado. As associações desportivas e outras, serviam de entreposto às empresas para o branqueamento de muito dinheiro. O método era simples e resume-se ao seguinte: como o estado não reclamava os impostos às associações, estas emitiam recibos dez (ou mais) vezes superiores ao que de facto recebiam. É fácil saber quais utilizaram este mecanismo. Essas empresas deixaram de apoiar o desporto logo que o Estado começou a obrigar os clubes a pagarem impostos.
Bem, mas o problema era saber o que se fazia até essa data, ou seja, investigar e concluir que os grandes beneficiados tinham sido outros que não os clubes e isso criaria um problema grave às empresas e empresários, ou responsabilizar os clubes.
Foi então, que surgiu um tal Mateus, ou melhor, Dr. Augusto Mateus. Conhecedor dos factos, fez aprovar uma lei que embora responsabilizando os clubes, daria alguma flexibilidade à forma e prazo de pagamento.
Em 2006, Mateus volta a ser a personagem principal do nosso Futebol.
Bom, nem me vou preocupar em saber de que lado está a razão, o que se passou na Liga Portuguesa de Futebol Profissional e especificamente na comissão disciplinar, foi tão mau que ficou demonstrada a necessidade imediata de eleições.
Em minha opinião, o campeonato começa mal se não se legitimar os responsáveis e o Sport Clube Beira Mar deve reclamar clarificação na gestão do futebol profissional.
Ainda bem que, de dez em dez anos, aparece um Mateus.
A Roque
Em 1996, Mateus foi a personagem principal do nosso futebol.
Se bem se lembram, até essa data, os clubes não pagavam impostos ao Estado. As associações desportivas e outras, serviam de entreposto às empresas para o branqueamento de muito dinheiro. O método era simples e resume-se ao seguinte: como o estado não reclamava os impostos às associações, estas emitiam recibos dez (ou mais) vezes superiores ao que de facto recebiam. É fácil saber quais utilizaram este mecanismo. Essas empresas deixaram de apoiar o desporto logo que o Estado começou a obrigar os clubes a pagarem impostos.
Bem, mas o problema era saber o que se fazia até essa data, ou seja, investigar e concluir que os grandes beneficiados tinham sido outros que não os clubes e isso criaria um problema grave às empresas e empresários, ou responsabilizar os clubes.
Foi então, que surgiu um tal Mateus, ou melhor, Dr. Augusto Mateus. Conhecedor dos factos, fez aprovar uma lei que embora responsabilizando os clubes, daria alguma flexibilidade à forma e prazo de pagamento.
Em 2006, Mateus volta a ser a personagem principal do nosso Futebol.
Bom, nem me vou preocupar em saber de que lado está a razão, o que se passou na Liga Portuguesa de Futebol Profissional e especificamente na comissão disciplinar, foi tão mau que ficou demonstrada a necessidade imediata de eleições.
Em minha opinião, o campeonato começa mal se não se legitimar os responsáveis e o Sport Clube Beira Mar deve reclamar clarificação na gestão do futebol profissional.
Ainda bem que, de dez em dez anos, aparece um Mateus.
A Roque
PELO BEIRA, SEMPRE - PARTE IX
Ao tomar conhecimento da surpreendente demissão do departamento clínico do Sport Clube do Beira Mar, nomeadamente, Dr. Laerte Mota, Dr. Elmano Ramalheira, Dra. Lúcia Ferreira, Enfermeiro-Chefe, José Luís, e Enfermeiro, Carlos Neves, e pior, pelos factos conhecidos, não posso deixar de dar a minha total solidariedade a todos que souberam por bem oferecer os seus préstimos ao nosso glorioso Clube, pela sua conduta, honestidade, esforço pelo seu trabalho, espírito de sacrifício, generosidade ilimitada e grandeza amiga com todos, preocupados sempre com o espírito de fazer bem aos outros, o sincero propósito da recuperação dos atletas em tempo útil, se dignaram colaborar com o Beira Mar, ao longo dos anos e foram muitos, que mereciam mais respeito e consideração.
São os tais homens e mulheres, como estes, tendo desempenhado um papel de grande relevo no Clube, merecem o galardão.
Acresce ainda, ao Dr. Laerte e Dra. Lúcia, a quem lhes cabe, com a colaboração do departamento juvenil, a responsabilidade e honra de haver desempenhado um papel de relevância na medicina desportiva a nível nacional, o mérito da realização e evolução das 1ª e 2ª Jornadas Médicas Desportivas do Beira-Mar, em Junho dos anos 2003 e 2004, com um painel de excelência dos melhores especialistas na matéria, na presença de centenas de participantes inscritos, efectuados no grande auditório da Universidade de Aveiro, souberam levar avante, para bem do Beira-Mar e todos os presentes.
Na certeza do seu êxito, ficou em estudo as próximas realizações, se efectuarem de três em três anos.
A este evento, com as suas receitas, se deveu a renovação do equipamento e compra de novos aparelhos de recuperação do posto médico da formação.
Uma palavra especial à Dra. Lúcia Ferreira, que comigo trabalhou generosamente vários anos em prol do Beira-Mar, com a responsabilidade médica que o desporto exige a cerca de 350 jovens atletas, a minha gratidão pela liderança confiada, competência, mesmo nos momentos mais difíceis quando solicitada e sempre presente, soubemos com respeito mutuo, harmonia, diálogo e solicitações que sempre soubemos honrar.
O meu reconhecimento pelo alto valor prestado a todos e em todos os momentos ao Sport Clube Beira-mar.
Óscar Paulo
São os tais homens e mulheres, como estes, tendo desempenhado um papel de grande relevo no Clube, merecem o galardão.
Acresce ainda, ao Dr. Laerte e Dra. Lúcia, a quem lhes cabe, com a colaboração do departamento juvenil, a responsabilidade e honra de haver desempenhado um papel de relevância na medicina desportiva a nível nacional, o mérito da realização e evolução das 1ª e 2ª Jornadas Médicas Desportivas do Beira-Mar, em Junho dos anos 2003 e 2004, com um painel de excelência dos melhores especialistas na matéria, na presença de centenas de participantes inscritos, efectuados no grande auditório da Universidade de Aveiro, souberam levar avante, para bem do Beira-Mar e todos os presentes.
Na certeza do seu êxito, ficou em estudo as próximas realizações, se efectuarem de três em três anos.
A este evento, com as suas receitas, se deveu a renovação do equipamento e compra de novos aparelhos de recuperação do posto médico da formação.
Uma palavra especial à Dra. Lúcia Ferreira, que comigo trabalhou generosamente vários anos em prol do Beira-Mar, com a responsabilidade médica que o desporto exige a cerca de 350 jovens atletas, a minha gratidão pela liderança confiada, competência, mesmo nos momentos mais difíceis quando solicitada e sempre presente, soubemos com respeito mutuo, harmonia, diálogo e solicitações que sempre soubemos honrar.
O meu reconhecimento pelo alto valor prestado a todos e em todos os momentos ao Sport Clube Beira-mar.
Óscar Paulo
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